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Camiceria Romanato
Em 1900 imigra da Itália para o Brasil o sarto barbiere ( alfaiate e barbeiro )
Domenico Bovo Romanato, que após casado com Maria Reguzzoni tem 5 filhos, todos contagiados pelo setor
têxtil, Bruno alfaiate, Nena e Bruna cerzideiras de meia, Armando contra-mestre de tecelagem,
mas foi pelas mãos de Luiz; o filho caçula , que se forma Químico em 1946 e vai adquirir mais
conhecimento têxteis na TÊXTIL Nacional ( Fumagali ) e Tecelagem de Sedas Ítalo-brasileira ( Matarazzo ),
que a família Romanato ganha impulso na moda. Bruno que nesta altura já era sócio da Monzani,
Romanato & Cia se junta com os irmãos, e transformam a engomagem de fios e tinturaria de tecidos em
Romanato & Cia.
Mais alguns anos se passam e chegamos a 1957 quando ocorre a aquisição da Tinturaria e Estamparia de tecidos
Suzano S/A. , Luiz agora já casado com Judith Romanato e com 4 filhos, ocupa a presidência, o controle
acionário e o casal com seu dinamismo não para.
Após alguns investimentos em outras áreas, adquirem em 1980 a já tradicional empresa
"De Maia Industria e Comércio de tecidos S/A.", onde Judith passa a dirigir a criação e desenvolvimento.
Gigio Romanato, filho do casal, passa por alguns cargos nas empresas do pai. Dirigindo a tecelagem
por 14 anos, para então, em 1990 fundar a CAMICERIA ROMANATO junto com Paulina Arena com quem dividiu o comando
por 13 anos. Hoje, a C.R. segue seu propósito inicial, o de fazer uma moda masculina "on the rocks", ou seja,
acompanhar sempre as tendências, porém, de uma maneira diluída, sem os exageros da nossa moda.
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